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Treinamento em família no Futebol Fitness

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A pandemia do coronavírus trouxe problemas para inúmeras famílias. O isolamento social, no entanto, tornou possível que alguns de seus integrantes se aproximassem ainda mais. Neste artigo, o Futebol Fitness conta a história inspiradora de um trio que decidiu aliar a busca pela saúde com o esporte mais popular do planeta. Ah… Você vai entender que não é por acaso que estamos publicando ela na semana do Dia dos Pais.

Começamos pelo “Raulzinho”. Este pequeno atleta de apenas cinco anos de idade teve todas as suas atividades suspensas por conta da quarentena: a escolinha, o inglês e nada menos do que dois esportes, o judô, que ele fazia desde os dois anos e oito meses, e a escolinha de futebol, frequentada desde os três anos e meio. Para ele não ficar parado, foi o próprio dono da Escola de Futebol Furacão, o João, que sugeriu ao pai do Raúl que o levasse para fazer um treino experimental na Futebol Fitness.

“Quanto mais esporte,

menos consultório médico”

E foi justamente o que fez o Jefferson Barbosa, pai do Raul. Este ex-goleiro com passagens pelas categorias de base de clubes como Inter, São José e Cruzeiro (RS), dos 10 aos 17 anos de idade, aprendeu o valor do esporte e da atividade física e procurou passar isso para a família. “Quanto mais esporte, menos consultório médico”, declara o também pai do judoca faixa roxa Matheus, de 17 anos.

Assim, Jefferson passou a levar Raul para treinar na Soccer Fitness de Cachoeirinha (RS), onde a família mora. Gostou tanto que decidiu ele mesmo experimentar as sessões oferecidas pelo estúdio. Jefferson havia perdido a visão de um olho há cerca de um ano e abandonado a posição de goleiro nas peladas com os amigos. Decidido a não ficar parado, tentou corrida de rua e academias tradicionais, sem sucesso. Foi no treinamento específico de futebol que encontrou motivação para voltar às atividades físicas aos 41 anos de idade. E ao lado do filho Raul.

“Saudade de jogar

uma bola”

Mas lembra que não falamos de uma dupla e sim de um trio, certo? Pois num determinado dia, Jefferson estava visitando o pai e este lamentou de estar parado, da “saudade de jogar uma bola”. Jari, 64 anos de idade, sempre sobrecarregou muito a coluna por conta da sua profissão – ele é proprietário de uma oficina mecânica. Há cerca de 10 anos, passou por cirurgias e teve que colocar seis pinos.

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Filho, pai e avô treinando juntos na Futebol Fitness Cachoeirinha

Jefferson viu no Futebol Fitness também a oportunidade de tirar o pai “de casa, da zona de conforto” e conversou com ele. “Expliquei que o treinamento não era pesado, que não tinha que puxar peso, que era mais lúdico”, explicou o filho do Jari. Foi o suficiente para convencer o avô do Raul a aderir ao treinamento específico de futebol.

“Descobri que o futebol não era

somente aprender a ‘dibrar'”

Assim, a dupla virou um trio que passou a treinar junto em duas noites semanais na unidade de Cachoeirinha. “Gostamos muito da metodologia, desta maneira de se praticar futebol e de sentir a dor ‘boa’ do treino”, acrescentou Jefferson. Mas, enquanto o objetivo dele e do avô Jari é manter o condicionamento físico, no caso do Raul, o propósito é mais relevante: “descobri que o futebol não era somente aprender a ‘dibrar'”, justificou o ex-goleiro de categorias de base, forçando o erro na palavra e ressaltando ainda o quase desaparecimento dos campinhos de rua.

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